Esportes e ortopedia: Unifesp promove curso de cannabis com nova perspectiva

Esportes e ortopedia: Unifesp promove curso de cannabis com nova perspectiva

Sobre as colunas

As colunas publicadas na Cannalize não traduzem necessariamente a opinião do portal. A publicação tem o propósito de estimular o debate sobre cannabis no Brasil e no mundo e de refletir sobre diversos pontos de vista sobre o tema.​

A iniciativa do núcleo de desenvolvimento da medicina canabinoide busca ainda abordar assuntos que não são ‘populares’, como a cannabis no esporte ou na ortopedia.

Depois do sucesso do curso de cannabis medicinal, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) abriu inscrições para mais um curso. Ainda focado na cannabis, dessa vez, é uma espécie de mentoria, com oito encontros.

Os painéis serão uma oportunidade para debater de forma ampla os principais tratamentos à base da planta, além de entender o que os estudos dizem até agora e promover a discussão de casos clínicos. 

De acordo com a organizadora, a médica Ailane Araújo, a proposta é abordar temas que ainda não são discutidos no curso convencional, como a planta no esporte e deficiência endocanabinoide. 

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Sobre o curso

Essa é uma iniciativa do NDMCI (Núcleo de Desenvolvimento de Medicina Canabinoide) em parceria com a Unifesp. Ele será uma espécie de extensão do curso convencional, mas que também receberá inscrições de pessoas que não estudam o tema. 

Ao todo, estão abertas 60 mil vagas.

Os encontros virtuais irão acontecer todas às quartas-feiras a partir do próximo dia 14 e irão até o dia 21 de dezembro.  Serão oito painéis com temas variados. Ao final do curso, os participantes receberão um certificado de participação.

O primeiro painel terá a participação da professora Solange Nappo (esposa do professor Elisaldo Carlini), de Norberto Fisher e Katiele, pai e mãe da Anny Fisher, a então garotinha que ajudou a mudar as leis no Brasil, e da professora Eliana Rodrigues, responsável por abrir espaço para Carlini.

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Consulte um médico

É importante ressaltar que qualquer produto feito com a cannabis precisa ser prescrito por um médico, que inclusive, poderá indicar qual o melhor tratamento para a sua condição.

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